Sasc realiza treinamento sobre fluxo de trabalho escravo

Picos, Santa Cruz do Piauí e Conceição do Canindé recebem treinamento sobre o Fluxo Estadual de Atendimento a Pessoas Resgatadas em Condições Análogas à Escravidão.

A equipe da Secretaria da Assistencia Social, Trabalho e Direitos Humanos (Sasc), do Ministério Público do Trabalho-PI e das prefeituras municipais realizaram, entre os dias 6 e 10 de novembro, nas cidades de Picos, Santa Cruz do Piauí e Conceição do Canindé, treinamento sobre o Fluxo Estadual de Atendimento a Pessoas Resgatadas em Condições Análogas à Escravidão no Piauí com a apresentação do Programa Trabalhador Resgatado ao Trabalho Digno.

Ana Cristina Martins Barbosa, coordenadora de Enfrentamento ao Trabalho Escravo da Sasc avalia que “os treinamentos foram bastante positivos, alcançando mais de 100 pessoas para dialogar as políticas públicas e sociais no atendimento aos trabalhadores em propensão ao trabalho escravo no/do Piauí”, destacou ela.

 

Em Picos, o treinamento ocorreu na Câmara Municipal. Na oportunidade, pode-se dignosticar a realidade migratório de trabalhadores da microrregião para situações análogas à escravidão com intuitos de realizar uma rede de apoio às vítimas, com fiscalização das empresas pelo sistema eSocial. Também foram encaminhadas providências ao Ministério do Desenvolvimento Social e da Assistência Social (MDS) para o recebimento de benefícios sociais durante o período que trabalhadores migram em períodos sazonais, com propostas de carteira de trabalho assinada, além de acompanhamento e recebimento de denúncias das redes sociais e órgãos locais.

Em Conceição do Canindé, o treinamento foi realizado na Câmara Municipal e contou com as representações da prefeitura municipal, Câmara de Vereadores, Sindicato de Trabalhadores Rurais, centro de convivência, estudantes e prestadores de serviços públicos.

“No município, o fluxo migratório acontece para outros estados e, portanto, a rede precisa articular-se com os órgãos de fiscalização para acompanhamento do atendimento no município”, explica Ana Cristina Martins Barbosa, coordenadora de Enfrentamento ao Trabalho Escravo da Sasc.

 

Fonte: pi.gov.br

 

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