Mulheres de regiões carentes confeccionam máscaras para profissionais da saúde e segurança do Piauí

Em meio a crise humanitária provocada pela pandemia do Covid-19 (Coronavírus), uma parceria entre o Projeto Movimento das Mulheres Empreendedoras (PMME) e o Governo do Estado do Piauí está viabilizando a produção de dez mil máscaras de proteção individual para profissionais de segurança pública e saúde do Estado. Com a iniciativa 25 mulheres de regiões carentes de Teresina, alunas do PMME, confeccionam as máscaras e recebem através do sistema de Microempreendedor Individual (MEI) uma verba de R$ 0,40 centavos por unidade confeccionada.

A iniciativa além de gerar renda em comunidades carentes, fortalece o banco de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) do governo estadual. As máscaras, feitas de acordo com os parâmetros técnicos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, possuem dupla camada de tecido e cobrem completamente o nariz e a boca, reduzindo o risco de contaminação dos profissionais. Até o momento o Piauí tem 256 casos confirmados de contaminação por COVID-19 e 16 óbitos registrados.

O vereador Joaquim do Arroz, um dos coordenadores do programa, esclarece como o projeto é desenvolvido e valoriza a parceria com o governo estadual.

“Cerca de 25 mulheres que participam fazem as máscaras e o governo do Estado paga R$0,40 centavos por unidade a elas. As máscaras serão direcionadas para a polícia e os hospitais que continuam funcionando na linha de frente desta crise. As mulheres recebem diretamente do Estado com o registro de um MEI e a emissão de nota fiscal. Semanalmente nós entregamos os insumos e elas produzem as máscaras. Ficamos felizes por ser uma continuidade do que elas aprenderam durante o curso, é o fruto do nosso trabalho enquanto Empreendedor Social”, destacou o parlamentar.

O Projeto Movimento das Mulheres Empreendedoras é uma iniciativa do Instituto Projetando o Resgate de Crianças e Adolescentes (PREÇA) em parceria com a Secretaria Estadual de Assistência Social e Cidadania. Mulheres de regiões carentes de diversas regiões da cidade recebem fundamentos básicos para a formação profissional e administração. Em 2019 mais de três mil mulheres se formaram nos módulos iniciais do curso.

Fonte: ASCOM

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