Empresas proíbem videoconferência pelo Zoom, o aplicativo é acusado de facilitar roubo de dados

Depois da ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, proibir o uso do aplicativo Zoom nas transmissão de reuniões da empresa, agora é a vez do Google proibir seus funcionários de baixarem ou manterem a plataforma em seus dispositivos, a informação foi publicada nessa quarta – feira, 8, pela agência de notícias Reuters. A medida foi adotada depois de denúncias de que o sistema usado pelo aplicativo facilita o roubo de dados dos participantes.

No Piauí, o Tribunal Regional Eleitoral utiliza o Zoom para transmitir as sessões, neste período de quarentena, porém o TRE já adotou medidas de segurança para evitar a interferência dos hackers.

“Teve uma atualização na semana passada que atualizou algumas medidas de segurança, que são elas: só pode adentrar-se a sala de videoconferência com autorização de quem a criou, que, no caso, é o anfitrião. Só pode criar a sala mediante senha e ID pessoal, então, isso dificultou mais um pouco, né, a ação desses hackres. No caso, a gente está tomando todas as medidas para que não haja nenhum tipo de interferência deles”,  explica o técnico em áudio do TRE, Dayton Ferreira.

Na segunda – feira, 6, aconteceu a posse novo presidente do TRE Piauí, a solenidade foi virtual, ou seja, pela internet com transmissão pelo aplicativo Zoom.

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