O projeto de lei com a proposta de reajuste salarial de 6,5% para os professores da rede municipal de ensino chegou à Câmara e logo foi levado para o plenário. Primeiro teve a votação do pedido de regime de urgência, com a votação nas comissões técnicas e, na sequência, a votação e aprovação do projeto nos dois turnos, apenas o vereador João Pereira (PT) votou contra o regime de urgência, ele defende o reajuste de 22%.
A presidente da Comissão da Educação, vereadora Samanta Cavalca (PP), foi a relatora do projeto dentro da própria comissão que ela preside. Segundo ela, a Prefeitura está quebrada e o prefeito Sílvio Mendes deu reajuste acima do reajuste do governo federal.
Diante da votação na Câmara, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais vai recorrer ao Tribunal de Contas do Estado. Porém, a assembleia geral da categoria resolveu encerrar a greve começada na segunda-feira (17), explica o coordenador-geral do SINDSERM, Sinésio Soares.
