A escolha do cantor porto-riquenho Bad Bunny como atração principal do show do intervalo do Super Bowl de 2026 gerou forte reação entre apoiadores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O anúncio foi feito no último domingo (28) pela NFL, e desde então provocou protestos de figuras ligadas ao movimento conservador Make America Great Again (MAGA).
Sebastian Gorka, assessor da Casa Branca, usou a rede X para questionar a decisão da liga de futebol americano: “Será que a NFL é incapaz de perceber o que está acontecendo?”. A publicação foi acompanhada por críticas de comentaristas conservadores que classificaram o repertório do artista como “vulgar” e lembraram de uma música em que Bad Bunny menciona Trump.
Em comunicado divulgado após a confirmação do show, o cantor afirmou que sua participação será dedicada a “meu povo, minha cultura e nossa história”. Bad Bunny, cujo nome verdadeiro é Benito Antonio Martínez Ocasio, se apresentará no dia 8 de fevereiro de 2026, em Santa Clara, Califórnia. O show do intervalo do Super Bowl é considerado o palco mais prestigiado da indústria musical e já recebeu nomes como Michael Jackson, Prince, Madonna e Paul McCartney. A escolha segue a linha de performances com mensagens políticas, como a de Kendrick Lamar neste ano, que também recebeu críticas do movimento MAGA.
Fonte: UOL
